Mostrando postagens com marcador Meio ambiente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Meio ambiente. Mostrar todas as postagens

CONSTRUINDO A LIBERDADE

AUTOR: ROGÉRIO DA FONSECA TRINDADE
TEMAS:
- CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2014 (FRATERNIDADE E TRÁFICO HUMANO);
- DIA MUNDIAL DA ÁGUA;
- PREVENÇÃO À DENGUE;
PEÇA APRESENTADA NA E. M. DR. VIRIATO DINIZ MASCARENHAS, NO DIA 27 DE MARÇO, PELOS ALUNOS DO 5º ANO.

CENÁRIO: Uma fazenda de cana, a Fazenda BURRADA, com árvores e canavial. Coronel Pafúncio está na varanda da casa. Rosinha, a filha, numa mesa ao lado. Um córrego à frente (criança vestida de córrego).

NARRADOR: Coronel Pafúncio era o fazendeiro mais rico daquela região. Vivia numa fazenda muito grande com sua filha Rosinha, já que era viúvo. A Fazenda Burrada, onde se plantava cana, prosperava cada vez mais, mas ao seu redor o que se via era muita pobreza. Os trabalhadores moravam em casinhas bem pobres e não iam nem à cidade, a não ser que fosse muito necessário. Rosinha, que era professora (em uma mesa preparando aulas), tinha um bom coração e tentava ajudar as crianças e suas famílias, mas seu pai não gostava de seus palpites em defesa dos trabalhadores.
ROSINHA: (Com paciência) Papai, não é justo que essa fazenda cresça cada vez mais rodeada pela pobreza! Pague um salário mais justo aos trabalhadores!
CORONEL: Rosinha, minha filha, eu já falei que desse assunto cuido eu. Você já me fez construir uma escola pra esse povo. Então, vá dar sua aula!!! (Fala, ríspido)
ROSINHA (impaciente): Salário digno e boas condições de trabalho são direitos do trabalhador, papai!
CORONEL: Eu num obrigo ninguém a ficar aqui na fazenda. Quem quiser, que vá embora!!! (Fala alto. Rosinha volta para suas atividades.)
CAPATAZ (Entra apavorado): Coroné! Coroné! (Tira o chapéu ao ficar de frente para o Coronel) Chegaro! Chegaro! (Coronel faz sinal pra ele parar. Rosinha sai, fazendo sinal negativo com a cabeça.)
CAPATAZ( Depois que ela sai.): Um caminhão cheinho deles. Viero lá das bandas do Norte. Mando direto pro trabaio?
CORONEL (Na dúvida): Deixa eu ver essa gente. Tomara que prestem pra trabaiar mesmo. O plantio tá atrasado. (Vão até a varanda. O caminhão para de frente com os trabalhadores. O coronel faz sinal positivo com a cabeça.)
CORONEL (Batendo nos ombros do capataz. Depois sai.): Bão trabaio!!! Pode leva-los. (O capataz faz sinal para os trabalhadores acompanharem-no. Vão até a mercearia onde se lê: MERCEARIA DA BURRADA.)
VENDEDOR: Sejam bem-vindos, pessoal! Vamos pegar os mantimentos pro mês. O Coronel é exigente. Todo mundo tem que acertar as contas assim que receber o salário. (Os trabalhadores pegam os mantimentos, enquanto o vendedor vai anotando.)
CAPATAZ (Para os trabalhadores.): Vambora, pessoa! Vão guardar suas coisas que amanhã é dia de trabalho. (Saem.)
NARRADOR: Aquela pobre gente chegou à fazenda acreditando numa vida melhor. Vieram se juntar a outros que já estavam ali. Mas a promessa de emprego poderia ser uma cilada. Rosinha continuava seu trabalho com as crianças e elas cresciam com seus ensinamentos. A professora acreditava que se elas estudassem teriam uma vida melhor que a dos pais.
Água (música infantil)   2013 Ano Internacional da Cooperação pela Água
(Rosinha entra seguida dos alunos. Eles param em 2 filas.)
ROSINHA (Para as crianças.) Então, crianças, aprendemos na aula de ontem que moramos num planeta chamado Terra, mas que tem a maior parte de água. Mas apenas uma pequena parte dela está disponível para nossas atividades. Então, temos que preservá-la. Me mostrem o que prepararam sobre esse assunto. (AS CRIANÇAS APRESENTAM UMA EXPRESSÃO CORPORAL SOBRE A ÁGUA.) Sanráh   Música Água.avi
Água (música infantil)   2013 Ano Internacional da Cooperação pela Água[1].avi
NARRADOR: Vários meses se passaram. Os trabalhadores, aos poucos, foram percebendo e sentindo as reais intenções do Coronel.
CAPATAZ (Entra correndo.): Coroné, acabou o espaço!
CORONEL (Sem entender.): Que espaço, home de Deus?
CAPATAZ: O espaço para plantar a cana. Tem muita muda ainda, mas a terra acabou!
CORONEL (Pensativo, olha as árvores ao redor.): Não sei pra quê tanta arvre. Chama os home e manda derrubar (aponta as árvores). Vamos aproveitar e fazer carvão com a madeira. Quer saber? Manda as criança ajudá também.
CAPATAZ (Saindo.): Tá bom!
ROSINHA (Entrando, sem acreditar no que ouviu) Como é que é, papai? Eu ouvi direito? Vai colocar as crianças pra trabalhar? E a escola?
CORONEL (Com raiva.): Pra quê escola aqui no meio do mato? Elas tem que ajudar os pai sim. Aqui, nas minha terra, ninguém fica sem trabaiar.
(Rosinha vai para sua mesa, emburrada. Volta o capataz com os trabalhadores, algumas crianças. Se põem a cortar as árvores com machados.) Canto dos Escravos   Grupo Ecco
EXPRESSÃO CORPORAL:  Zé Ramalho   Admirável Gado Novo
(Coronel se senta, admirando a fazenda depois que eles saem.Capataz está junto dele. A criança que faz a água se enrosca de modo a virar apenas um poço.)
NARRADOR: É... pelo visto a situação dos trabalhadores não era boa por aquelas bandas. Mas a coisa ainda podia piorar. Vejam só...
(Entram três trabalhadores que tiram os chapéus em frente ao Coronel.)
1º TRABALHADOR (Tímido.): Dia, Coroné... Com sua licença... É... o Coroné sabe que a situação não tá fácil...
CAPATAZ (Se intrometendo.): Desembucha logo que tem serviço esperando ocês!
2º TRABALHADOR: Coroné, o caso é que nóis tá trabaiando aqui há dois meses e tamo sem salário.
CORONEL (De forma áspera.): Por acaso oceis tão passando fome? Têm casa, água e luz de graça! O que mais querem?
3º TRABALHADOR: Com seu respeito, Coroné, queremos nossos direitos! Temos que receber pelo nosso trabaio.
CORONEL (Com raiva.): Quer saber de uma coisa? Quem não tiver satisfeito aqui, pode ir embora!
CAPATAZ (Mais uma vez, se intrometendo.): É, mas antes tem que pagar tudo que deve lá na Mercearia do Coroné. (Os trabalhadores se entreolham e saem cabisbaixos. Rosinha fica sem acreditar no que vê.) Canto dos Escravos   Grupo Ecco
NARRADOR: O Coronel Pafúncio era mesmo um homem muito duro. Ficava cada vez mais rico, enquanto seus trabalhadores se empobreciam cada vez mais. Para piorar a situação, com o corte das árvores, a água, que antes era abundante, começou a faltar. O córrego agora era formado de apenas alguns poços. As pessoas começaram, então, a armazenar água em casa, usando baldes, tambores... enfim, tudo que pudesse guardar água.
(Entram dois empregados com baldes. Atrás de cada um, um mosquito da dengue que ficam lá no fundo)
EMPREGADO: Coroné, parece que passou um trator em cima do povo. Muitos estão doentes e mal conseguem levantar.
ROSINHA (Preocupada): O que aconteceu? Explica direito!
EMPREGADO: Eles reclamam de dores pelo corpo, dor de cabeça, febre...
CORONEL (Cortando): Eles estão é fazendo corpo mole pra não trabalhar. Conheço essa gente!
ROSINHA: Não, papai! Esses sintomas são da dengue. Com tanta gente guardando água em casa pode ser que o mosquito da dengue esteja por aí. Vou dar uma olhada. (Saem Rosinha e os dois empregados)

NARRADOR: Rosinha tinha certeza de que era a dengue. As crianças já tinham dado notícias na escola. Discutir com o pai não adiantava, mas, Rosinha saiu dali com uma ideia na cabeça.
(O Coronel fica cochilando por ali. Aparecem os mosquitos que voam ao seu redor como num pesadelo. Dançam a Música:
Encontrei uma casinha... nha...
Bem descuidada... da... pra morar... rá... rá...
Lá no quintal... tal... tal... tem vasilhinha... nha...
Pra botar... pra botar os meus ovinhos.
Encontrei água parada...da...
E agora... ra... vou picar... cá... cá...
O seu bracinho... nho... ou sua perninha... nha...
Vou te picar... vou te picar... e a dengue te passar.)
MOSQUITO 1: Pensou que ficaria livre de nós se escondendo atrás de sua riqueza?
MOSQUITO 2: Nós pegamos qualquer um: rico ou pobre, preto ou branco, gordo ou magro. Facilitou a gente pica!
MOSQUITO 1: Basta deixar a água parada que vimos botar nossos ovos!
MOSQUITO 2: Nós sempre vamos encontrar uma aguinha parada. Não precisa ser muito. Pode ser um balde, um tambor, uma lata e até uma tampinha. Tem sempre alguém descuidado pra nos dar uma ajudinha.
OS DOIS MOSQUITOS (Para o público): Se você também quer nos dar uma ajudinha, então deixe a água parada que vimos depressinha!
(Os mosquitos voltam aos seus lugares. Coronel se ajeita na cadeira, como acordando de um pesadelo. Entra Rosinha com seus alunos.)
TODAS AS CRIANÇAS (Para o Coronel): Bom dia, Sr. Coronel Pafúncio!!!
CORONEL (Muito mal humorado): Bom dia só se for proceis. Que bom dia que nada! É um pesadelo atrás do outro. O córrego está secando e agora essa dengue que não deixa o povo trabaiar. Quê que tem de bom dia nisso?!
ALUNO 1: Coronel, quem sabe podemos ajudar?
ALUNO 2: Primeiro, Coronel, é preciso recuperar a nascente. Vamos substituir as árvores que foram derrubadas ao longo do córrego. Elas protegerão a água e evitarão a erosão do solo que pode entupir o córrego. Além disso, vão melhorar o clima por aqui.
ALUNO 3: Com relação à dengue, já sabemos o que fazer, mas todo mundo vai ter que ajudar. Vamos ensinar a todos que não devemos deixar a água acumulada onde o mosquito possa botar seus ovos. Vamos fazer um mutirão de limpeza e acabar com os criadouros desse bichinho.
ALUNO 4: Nós vamos conscientizar as pessoas. Temos certeza que elas vão colaborar nessas duas missões: cuidar bem da água e com a dengue acabar.
CORONEL (Abraçando a filha): Nossa, minha filha, que crianças inteligentes e espertas. O lugar delas é mesmo na escola. Você estava certa!
ALUNO 5: Coronel, pra começar, queremos deixar aqui este cartaz que fala da construção da liberdade onde ainda há tráfico humano. Temos certeza de que com boa vontade de todos, podemos melhorar o mundo inteiro. (Entrega o cartaz da CF 2014 ao Coronel. Crianças e professora vão fazendo o reflorestamento e tampando as vasilhas. Mosquitos se mudam de lugar) Depende de nós
NARRADOR: A partir daquele dia, as coisas começaram a mudar na Fazenda Burrada. Com o tempo, o córrego foi recuperado e a dengue foi vencida. Graças às crianças da professora Rosinha e um certo cartaz que foi entregue ao Coronel naquele dia.
CORONEL (Gritando): Justino! (Ele vem correndo.) Vá chamar o pessoal. Vamos pagar os salários atrasados e pagá-los melhor. Quem quiser ficar será bem tratado, mas quem quiser  embora pode ir. (Justino sai. O Coronel afixa o cartaz de frente para o público. Também prega uma nova placa com o novo nome da fazenda: FAZENDA LIBERDADE.)
Hino Campanha da fraternidade 2014

MENSAGEM COM A MÚSICA ACIMA AO FUNDO.
Esperamos que tenham gostado da nossa apresentação. Esperamos, também, que todos tenham entendido a importância da luta de todos nós para a preservação da água, evitando o desmatamento, para a erradicação da dengue, evitando a água parada e os possíveis criadouros do mosquito, e, por fim, para acabar com toda e qualquer forma de tráfico humano e de escravidão, através de ações que ajudem na libertação do ser humano como a educação e a promoção da paz. Por falar em liberdade, quanto custa a liberdade para você? Você se acha uma pessoa livre? Como você faz para conquistar sua liberdade? Deixaremos a nossa mensagem final através de mais uma expressão corporal. Obrigado a todos pela atenção!
DANÇA FINAL. Banda Monte Zion   O Preço da Liberdade

- FIM -

Fonte: http://lereumabeleza.blogspot.com.br/2014/03/peca-teatral-construindo-liberdade.html

A CRIAÇÃO GEME EM DORES DE PARTO

por Tiago Ferro Pavan

380245_10151861782320271_1056306936_n

Inicia com o fundo musical (a peça segue conforme a trilha sonora).

- Cena de uma pessoa entrando retirando um pouco de terra do chão, e dizendo:
“ Essa é a Mãe Terra, aqui é a nossa casa, o Planeta Terra“ Acompanhada de outras pessoas, que também pegam terra do chão e passam em seus braços, rosto, e montasse uma coreografia.
Sugestão: Uma pessoa caracterizada de mãe natureza, que entra dançando, espalhando pétalas de flores.

- Cenas de depredação da natureza.
(Alguém c/ motosserra, pessoas c/ saco de lixo, uma tocha e etc... Conforme o andamento do fundo musical entram pessoas vestidas de preto, as pessoas vão entrando e intimidando a mãe natureza, sujando o espaço, e etc...)


Por fim, quando a música chegar em “2min e 20seg” os personagens se dão conta do que fizeram, se arrependem, e a mãe natureza que esta no chão neste momento é colocada numa cruz formada pelos próprios personagens.

- Cena: No término da música entra um personagem, faz a fala abaixo, e no fim retira a mãe natureza da cruz. Os personagens que estavam com camisetas pretas as retiram e ficam todos de branco.

Personagem:
Quem mandou mexer com a mãe natureza! Quem mandou! Hein?! Olha é rico, pobre, velho, criança, todo mundo vai sofrer as conseqüências. Os mares vão subir é... e a inundação vem aí, e a seca também... as florestas vão desaparecer e os alimentos vão sumir. Quem mandou mexer com a mãe natureza!
Vocês querem a solução para isso tudo? (para o público): Vocês seres humanos, querem uma solução? Pois é muito fácil. É só você, bicho homem, acabar com tanta pretensão, tanta ambição. É só você lembrar que a natureza não é sua escrava, e sim sua vivência. É só você acabar com toda essa violência, e toda essa desigualdade. É só você se preocupar mais com seu irmão. É só você esquecer da maldade, esquecer que você é capaz de ferir alguém, e lembrar que você é capaz de alegrar, de ajudar, de fazer o bem. É só você não ser irracional, quando Deus te deu o raciocínio; Não prender, quando Deus te deu a liberdade; não machucar, quando Deus te deu o prazer; não matar, quando Deus te deu a vida; enfim, não odiar, quando Deus te deu o amor. Se durante sua vida, você se lembrar de um pouquinho disso, com certeza conseguiremos mudar toda essa situação.

Inicía a música final


Todos os personagens dão as mãos, formam uma roda, e dançam, a dança da vida!

DOWNLOAD TRILHA SONORA:
- Música: Início <CLIQUE AQUI>
- Música: Final <CLIQUE AQUI>

fotos_teatro
 fotos_teatro (16)
fotos_teatro (12)
fotos_teatro (28)
 fotos_teatro (7)
fotos_teatro (11)
fotos_teatro (18) fotos_teatro (14)  fotos_teatro (6)
fotos_teatro (9)  fotos_teatro (31) fotos_teatro (29)
fotos_teatro (19)  fotos_teatro (21) fotos_teatro (27)
fotos_teatro (17) fotos_teatro (32) fotos_teatro (13)
fotos_teatro (23) fotos_teatro (26) fotos_teatro (20)
fotos_teatro (15) fotos_teatro (22) fotos_teatro (24)


<COLABORAÇÃO>
Arautos_Logo

CUIDE DA NATUREZA

Campanha da Fraternidade 2011
de Emílio Carlos



JOCA – (entra) Oi pessoal!

CLARINHA
– (entra) Oi pessoal!

JOCA
– Oíííííí!

CLARINHA
– Oi!

JOCA
– Oíííííí!

CLARINHA
– Oi!

JOCA
– Oíííííí!

CLARINHA
– Joca.

JOCA
– Oíííííí!

CLARINHA
– Joca.

JOCA
– Oíííííí!

CLARINHA
– Joca!

JOCA
– O que foi, Clarinha?

CLARINHA
– Quer parar de falar oííííí?

JOCA
– Não.

CLARINHA
– Então para assim mesmo, vai?

JOCA
– Ô Clarinha: eu vou lhe contar uma coisa.

CLARINHA
– O que, Joca?

JOCA
– Sabia que eu não comi nada antes de vir pra cá?

CLARINHA
– Não comeu?

JOCA
– Não.

CLARINHA
– Mas por que, Joca?

JOCA
– É que eu acordei atrasado e não deu tempo.

CLARINHA
– É, Joca: precisa acordar mais cedo. Daí dá tempo de comer antes de vir para a …

JOCA
– (sai)

CLARINHA
– Joca.

JOCA
– (em off, embaixo do cenário) O que foi?

CLARINHA
– O que você está fazendo?

JOCA
– (em off, de boca cheia) Eu estou comendo.

CLARINHA
– Como é que é. Joca?

JOCA
– (em off) Eu estou comendo.

CLARINHA
– Não pode comer na hora da Missa, Joca.

JOCA
– (em off) Mas eu estou com fome, Clarinha.

CLARINHA
– Gente: isso é muito feio, viu? Comer na hora da Missa é falta de educação.

JOCA
– (em off) Gostoso! (joga uma embalagem para fora do cenário)

CLARINHA
– (olha para o lixo e diz ao público) Isso é falta de respeito.

JOCA
– (em off) Que bom! (joga outra embalagem amassada)

CLARINHA
– Joca.

JOCA
– (em off) Que delícia! (joga mais uma embalagem amassada)

CLARINHA
– Joca!

JOCA
– (em off) O que foi?

CLARINHA
– Venha aqui agora já!

JOCA
– (volta) O que foi, Clarinha?

CLARINHA
– Olha isso.

JOCA
– Isso o que?

CLARINHA
– Olha a sujeira que você está fazendo.

JOCA
– (olha, riso amarelo) Rê, rê... Eu não percebi.

CLARINHA
– Mas a natureza percebe, viu Joca?

JOCA
– Como é que é?

CLARINHA
– A natureza percebe todas as coisas erradas que nós fazemos.

JOCA
– Como assim, Clarinha?

CLARINHA
– O ser humano está destruindo a natureza, Joca. O mundo está virando um grande lixão.

(Sugestão: entra um cartaz com desenho de uma montanha de lixo ameaçando prédios. Também podemos exibir slides com fotos de lixões e das outras agressões à natureza que Clarinha vai falar).

JOCA
– Nossa! Quanto lixo!

CLARINHA
– E o pior é que boa parte desse lixo aí podia ser reciclado.

JOCA
– Que nem latinha de refrigerante, né Clarinha? A indústria pega uma latinha e faz outra novinha

CLARINHA
– Isso mesmo, Joca.

JOCA
– Então tá resolvido, Clarinha: é só jogar o lixo no lixo e reciclar o que der pra reciclar.

CLARINHA
– Não é só isso não, Joca.

JOCA
– Não é?

CLARINHA
– Não. É preciso parar de fazer queimadas. Olha isso.

(entra cartaz com ilustração de queimada).

JOCA
– Que horror, gente!

CLARINHA
– É preciso parar de cortar árvores. Olha.
(entra cartaz com árvores derrubadas e uma pessoa cortando outra árvore com a serra elétrica).

JOCA
– Coitadas das árvores.

CLARINHA
– Tem que parar de poluir o ar.
(entra cartaz com ilustração: chaminés de fábricas soltando fumaça, carros e caminhões soltando fumaça).

JOCA
– Que fumaceira! (tosse)

CLARINHA
– E tem que parar de poluir as águas.
(cartaz com um rio de águas claras. No meio um cano de esgoto derramando um líquido marrom escuro poluindo o rio).

JOCA
– Coitado do rio, Clarinha!

CLARINHA
– Gente: Deus criou o mundo e nos deu de presente.

JOCA
– E o mundo era muito bonito.
(cartaz com árvores, flores, etc).

CLARINHA
– Deus deu o planeta pra gente tomar conta.

JOCA
– E não para destruir.

CLARINHA
– Cada um de nós precisa cuidar do planeta.

JOCA
– É isso mesmo.

CLARINHA
– Quem vai cuidar do planeta levante a mão!

JOCA
– Eu!

CLARINHA
– Levante a mão bem alto!

JOCA
– Eu!

CLARINHA
– Então vamos começar já, né Joca?

JOCA
– É... o menininho! Você aí embaixo. Jogue essas embalagens pra mim, por favor? Eu vou jogar no lixo.

CLARINHA
– Muito bem, Joca!

JOCA
– Eu vou cuidar da natureza que Deus me deu.

CLARINHA
– Muito bem!

JOCA
– Tchau pessoal!

CLARINHA
– Tchau!

JOCA
– Tchau!

CLARINHA
– Tchau!
- F i m -

O PRESENTE DE DEUS

Jogral – Campanha da Fraternidade 2011
de Emílio Carlos


CRIANÇA 1 – Quem gosta de ganhar presente?

TODOS – Eu!

CRIANÇA1 – Quem gosta de ganhar presente?

TODOS – Eu!

CRIANÇA 1 – O que você faz quando ganha um presente?

TODOS – A gente fica feliz!

CRIANÇA 1 – E o que mais?

TODOS – A gente cuida bem do presente.

CRIANÇA 1 – Muito bem!

TODOS – Muito bem!

CRIANÇA 1 – Deus também nos deu um presente.

CRIANÇA 2 – Eu quero!

CRIANÇA 3 – Eu quero!

CRIANÇA 4 – Eu quero!

CRIANÇA 1 – É um presente muito legal!

TODOS – Porque Deus é legal!

CRIANÇA 1 – Deus nos deu...

CRIANÇA 2 – O que?

CRIANÇA 3 – O que?

CRIANÇA 4 – O que?

CRIANÇA 1 – O planeta Terra!

TODOS – Êba!

CRIANÇA 1 – A natureza!

TODOS – Êba!

CRIANÇA 1 – As árvores, os rios e o mar!

TODOS – Êba!

CRIANÇA 1 – Mas só que tem um porém.

TODOS – O que?

CRIANÇA 1 – É pra gente cuidar direitinho.

TODOS – Como assim?

CRIANÇA 1 – É preciso cuidar bem do planeta.

TODOS – Cuidar bem da água,
da terra, dos bichos e do ar.

CRIANÇA 1 – Cuidar bem do meio ambiente.

TODOS – Muito bem!

CRIANÇA 1 – Quem vai cuidar bem do planeta?

CRIANÇA 2 – Eu!

CRIANÇA 3 – Eu!

CRIANÇA 4 – Eu!

TODOS – (apontam para si mesmos) Nós!
(apontam para as crianças) Vocês!

CRIANÇA 1 – Viva o nosso planeta!

TODOS – Viva!

CRIANÇA 1 – Viva o nosso Deus!

TODOS – Viva!

CRIANÇA 1 – Uma salva de palmas para Deus!

TODOS – (aplaudem) Êêêêêê!!!!
(música).
- F i m -

Parceiro:

Vale a pena conferir:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

-----------------------------------------

Missa das Crianças